quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Empresas descobrem o WhatsApp



O WhatsApp chega a um marca histórica, aos 600 milhões de usuários ativos, a rede social que redefiniu a forma de ser “social’’ ganha cada vez mais adeptos.
A rede social mais “privada” vem cativando de forma efetiva as pessoas, domingo o CEO e  fundador, Jan Koum,  da empresa comunicou em seu perfil no Twitter a marca alcançada.
Na postagem, Jan Koum fez questão de diferenciar o número de usuários cadastrados e usuários ativos. O aplicativo que se tornou quase a mesa do bar, onde os amigos conversam de um modo reservado, contam piadas (até as que são politicamente incorretas), compartilham imagens, áudios e por ai vai, tinha 500 milhões de usuários ativos, em um crescimento médio de 25 milhões por ano, domingo a marca chegou aos 600 milhões.




Quando o assunto é “App de mensagens’’ o WhatsApp tem uma liderança avassaladora, seu principal concorrente, o chinês WeChat que conta com apenas 438 milhões de usuários ativos.
Se formos expandir essa comparação, o aplicativo prova sua alta representatividade, ele tem o dobro de usuários ativos do Linkedin, praticamente o dobro do Google Plus e apenas 45 milhões a menos que o Twitter.
Uma oportunidade pouco explorada ainda, mas que vem em pleno crescimento é a utilização do WhatsApp como canal de atendimento empresarial. A Mitsubishi usa o serviço para resolver os problemas de seus consumidores via aplicativo(11 - 94652-2111). O portal de noticias Terra também tem uma conta no serviço (11 - 97493.4521) para o que os seus leitores possam os informar sobre algo novo que pode virar noticia no portal.
A BandNews FM usa o canal (11 - 9 9959-2100) para que os ouvintes se comuniquem com os apresentadores e suas mensagens de áudio pode até passar durante a programação.
O Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente também está no WhatsApp, o número é 11 – 99133 – 0547, pelo canal é possível tirar qualquer dúvida sobre o evento.


As estratégias do WhatsApp para continuar crescendo



Mais de 430 milhões de pessoas usam o WhatsApp, aplicativo multiplataforma que permite que o usuário troque mensagens pelo celular sem pagar por SMS.

Além das mensagens básicas, o WhatsApp permite que seus usuários criem grupos, envie mensagens ilimitadas com imagens, vídeos e áudios utilizando só o pacote de dados de internet do celular.

A empresa, que conta com apenas 50 funcionários, metade deles apenas para a tradução do conteúdo para idiomas locais, chegou à marca de 430 milhões de usuários cadastrados, 30 milhões conquistados desde dezembro.

O aplicativo conta com a concorrência de serviços como Line, WeChat e Kakao Talk mas adotou essa ideia de não ter anúncios nem games para manter a credibilidade com seu público e manter esse diferencial diante da concorrência.

Em conferência realizada em Munique, o presidente-executivo e criador do serviço, Jan Koum declarou a estratégia utilizada para que o serviço continue crescendo “Queremos nos focar apenas nas mensagens. Se as pessoas querem jogar, há uma grande quantidade de outros sites e também grandes companhias desenvolvendo serviços em torno de anúncios”

Para o WhatsApp se manter financeiramente sem o uso de publicidade, a alternativa encontrada foi cobrar US$0,99(taxa única) caso depois de um ano o usuário queira continuar utilizando o serviço.

No mesmo evento, Koum deixou claro que não tem a intenção de vender sua empresa, mesmo que algum gigante da internet queira comprá-la. Uma conta que reforça o pensamento de Koum é que se 430 milhões de pessoas pagarem os US$0,99, a empresa vai receber quase meio bilhão de dolares em apenas um ano.

Via B2B Magazine

O Facebook está envelhecendo



A consultoria iStrategy fez um estudo que comprovou a diminuição no número de adolescentes usando o Facebook.nos Estados Unidos.

Se em 2011 a rede social era formada por 8,9% de adolescentes que tinham entre 13 e 17 anos, hoje em dia essa faixa etária ocupa apenas 5,4% do público. No Brasil esses números são um pouco diferentes, de 2012 até hoje o Facebook teve um ganho de quase 9 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos.

Outro dado que chama atenção no resultado do estudo, é que o publico que mais cresceu no Facebook nos Estados Unidos foi o de usuários acima de 55 anos, uma evolução de 80,5%, passando de 15,5 milhões para 28 milhões de pessoas.

Em 2014, a categoria que lidera o número de pessoas conectadas é a de 34 a 54 anos, eles ocupam 31,1% do público total.

No final de outubro, o executivo do Facebook David Ebersman já havia avisado sobre a queda do número de jovens na rede social de Mark Zuckerberg, os números indicavam a troca por outros aplicativos como o WhatsApp e o Snapchat.

A justificativa mais comum para essa mudança de atitude dos jovens é que com a chegada de pais e professores ao Facebook, eles não poderiam mais expressar exatamente o que queriam, por isso buscaram alternativas que eles conseguissem obter mais privacidade.

O Facebook já entendeu que o publico procura novos meios de comunicação e até tentou comprar o Snapchat, sem sucesso, também tentou criar um aplicativo semelhante para abranger esse público, mas novamente não obteve sucesso.

Será o inicio da queda do Facebook ou eles podem achar uma saída para continuar no topo das redes sociais?

Via B2B Magazine

Os mais famosos e lucrativos do YouTube no Brasil



Muitos não têm ideia do quão lucrativo pode ser fazer sucesso na internet. Se você está no grupo de pessoas que não acredita no poder financeiro da web, acompanhe os números dos dez canais do Youtube que tem mais inscritos no Brasil e quanto é seu faturamento mensal:

1. Porta dos Fundos
Inscritos: 7,1 milhões
Faturamento médio: entre 58  mil e 700 mil reais por mês

2. Galo Frito
Inscritos: 4,7 milhões
Faturamento médio: entre 16  mil e 195 mil reais por mês

3. Parafernalha
Inscritos: 4,2 milhões
Faturamento médio: entre 18  mil e 223 mil reais por mês

4. VenomExtreme
Inscritos: 2,7 milhões
Faturamento médio: entre 17 mil e 205 mil reais por mês

5. Mundo Canibal
Inscritos: 2,7 milhões
Faturamento médio: entre  6 mil e 76 mil reais por mês

6. Felipe Neto
Inscritos: 2,7 milhões
Faturamento médio: entre 1 mil e 14 mil reais por mês

7. 5inco Minutos
Inscritos: 2,6 milhões
Faturamento médio: entre 3,5 mil e 42 mil reais por mês

8. Desce a Letra
Inscritos: 2,4 milhões
Faturamento médio: entre 1,4 mil e 17 mil reais por mês

9. RandonsPlays
Inscritos: 2,4 milhões
Faturamento médio: entre 7  mil e 86 mil reais por mês

10. Galinha Pintadinha
Inscritos: 2,1 milhões
Faturamento médio: entre 40 mil e 488 mil reais por mês


Depois desses números ficam as perguntas: “Como eles ganham dinheiro?” e “Por que alguns canais com menos inscritos tem um faturamento maior que outros que tem mais inscritos?”.

As respostas são mais simples do que se imagina, quando se posta um vídeo no Youtube, existe a opção de colocar anúncios no inicio do vídeo (aquele que pode ser pulado depois de 5 segundos), a cada visualização da propaganda o canal recebe centavos de lucro, quando a propaganda é vista em grande escala, o canal pode obter um lucro grande.

Já a questão de canais com menos inscritos terem mais lucro que outros com mais inscritos vem pelo fato de que  com essa fórmula de monetização o lucro alto vem do número de visualizações do vídeo especifico e não de inscritos no canal, portanto um vídeo que faz muito sucesso em um canal com pouco inscritos gerará mais lucro que canais com alto número de participantes, mas com vídeos com baixa visualização.


Via B2B Magazine

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Marcas apoiam relações homoafetivas

“Marcas são pessoas e, como tal, precisam ter um posicionamento sobre o mundo”
Apoiar causas é bom, porque as empresas cativam um público específico; mas também pode ter o efeito contrário. Até que ponto vale a pena uma marca levantar uma bandeira? 
No ano passado, o comercial d’O Boticário gerou grande polêmica nas redes sociais por mostrar a tradicional troca de presentes do dia dos namorados de uma maneira atual. Algumas pessoas chegaram a formar grupos de boicote à marca.
O Boticário, por sua vez, manteve-se tolerante aos comentários e firme com seu posicionamento sobre a homoafetividade. “As marcas têm um papel decisivo nisso, que bom que elas acordaram para esse ponto”, comenta Michel Alcoforado, antropólogo especializado em consumo e sócio-diretor da Consumoteca. 

“As empresas despertam a curiosidade no outro ao tomarem uma posição, porque um dos principais pontos de qualquer preconceito é a falta de informação. No momento em que você vê, no comercial do Jornal Nacional, uma propaganda dessas, a mãe é obrigada a conversar com o filho, a empregada com a patroa, o porteiro com o segurança. E é conversando que a gente constrói uma sociedade melhor”, opina Michel.
O fato é que, se você, que é contra a relação homoafetiva, fosse deixar realmente de consumir produtos de marcas que apoiam a causa, teria que deixar  de comprar produtos da MAC, Natura, Clean & Clear, Skol, Sonho de Valsa, Fiat, Microsoft, HP, Groupon, Nike, Levi’s, Procter &  Gamble, Twitter, Ford, Motorola, Tiffany & CO., GAP, Coca Cola, entre tantas outras.

“Vejo com ótimos olhos. Essa decisão precisa estar diretamente ligada à estratégia da marca, não pode ser apenas para parecer ‘bonitinha’ na TV”, enfatiza Michel.
Confira abaixo alguns vídeos de empresas que se posicionaram à favor das relações homoafetivas.





                                                                        



Por: Fernando Zuanon e Roberta Romão

Via Consumidor Consciente

domingo, 26 de outubro de 2014

Votar diferente de você não é motivo para incitar o ódio!

Chegamos ao fim de mais uma eleição, a história vem sendo escrita diante de nossos olhos, talvez você não concorde com o que está vendo, você pode até não ser um eleitor da Dilma ou do PT, mas não tem como negar que dia 26/10/2014 entrou para a história com a eleição da presidente.

Se você não concordou com o resultado da eleição, provavelmente tentará achar culpados para sua frustração, então você olhará quais estados a candidata eleita teve a maioria, juntará os dados e colocará a culpa em uma região. Grandes chances que você tenha achado o seu culpado, o Nordeste!

Parabéns, não foi tão difícil achar um culpado, toda sua frustração por seu candidato ter perdido já pode ser descontada em alguém, principalmente via redes sociais.

Vamos olhar de uma forma mais analítica, você votou em Aécio Neves por acreditar em suas propostas? Votou para tirar o PT do governo? Votou pelo simples fato de ele pertencer ao PSDB? Se a motivação do seu voto foi um das duas ultimas opções, antes de achar um culpado, procure achar sua consciência politica, você precisa rever urgentemente sua forma de pensar politica.

Na verdade, essa sua colocação de ódio contra nordestinos por terem votado em Dilma, não passa de uma exposição de sua idiotice quanto ao público do nordeste, muitos consomem produtos do nordeste e nem sabem. Na eleição faz criticas aos nordestinos, no carnaval dança o Lepo Lepo.

Como descendente de nordestino, me sinto na obrigação de falar que se você renega os nordestinos, você renega São Paulo, por exemplo, afinal a capital paulista é um dos maiores exemplos de como os nordestinos são fantásticos, se você pesquisar a historia, muita coisa que é desfrutada em São Paulo, foi feita por Nordestinos! Isso mesmo, esse publico que você xinga na sua rede social fez as coisas que você aproveita hoje em dia!

Sou um fiel frequentador do Nordeste brasileiro, um lugar lindo e maravilhoso, recomento, se talvez seu preconceito te impediu de ir até lá, eu te digo, deixe isso de lado, deixe sua viagem para a Disney, ou para a Europa para depois, aproveite agora para conhecer as praias de Fortaleza, Porto de Galinhas, Natal e por ai vai, indo lá, conhecendo as belezas da região, conversando com o povo sem esse preconceito idiota, você pode acabar se apaixonando pelo nordeste.

A região que tem um ar artístico muto forte, pessoas inteligentíssimas e grandes guerreiros, não uma região de vagabundos. Esses vagabundos tem em qualquer lugar, talvez você e seu preconceito seja mais vagabundo que o nordestino que você ofende. É lógico que lá tem coisas ruins, como por exemplo a pobreza, mas garanto que o lugar é muito mais rico do que você imagina. Mas antes de criticar, conheça, senão sua critica não passa de uma ideia vazia que demostra o tamanho de sua estupidez.

Se não te dei motivos o suficiente para não colocar o nordeste como ''culpado'' por sua vontade não se realizar, tenho um dado interessante, sua falta de detalhamento no número absoluto de votantes e não só em porcentagem, veja a quantidade de votos de Dilma por região:

Norte: 4.393.301 votos
Nordeste: 20.176.579 votos
Centro-Oeste: 3.254.304 votos
Sudeste: 19.867.894 votos
Sul: 6.759.908 votos

Com esses números, nós podemos observar que a diferença entre Nordeste e Sudeste foi de 308.685 votos, em um universo de 140 milhões de votantes, 308 mil votos não são nada, sem contar que entre nulos e abstenções nós tivemos 37 milhões de votos que não foram aproveitados nem por Dilma e nem por Aécio. Então talvez o seu preconceito seja fruto de sua própria falta de informação.

Se uma pessoa gosta da mesma mulher que você, é motivo para ódio, mas quando a questão e politica, as pessoas tem que pensar igual a você? Temos uma lógica que eu não vou entender nunca a da falta de respeito pela opinião do próximo.

Está aqui um desabafo de um Paulista, universitário, trabalhador que não votou em Dilma, mas nem por isso deixa de ser descendente de Nordestino e que não deixa de respeitar a opinião do próximo.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Social media: novo profissional ou elemento indispensável?

O social media é cada vez mais um profissional bem avaliado pelos consumidores no mercado atual, algumas empresas tiveram uma significativa melhora de imagem devido a interação do publico com suas redes sociais.

Isso gera uma necessidade de capacitação dos profissionais da área, que precisam estar cada vez mais qualificados, experientes e antenados, muitas vezes o grande diferencial da comunicação com o público está nos detalhes que o social media consegue colocar em uma interação (como passagens de algum filme ou até uma troca de rimas como o consumidor).

Nessa semana, tivemos uma interação que mostra essa qualificação dos profissionais de social media e aponta que nesse novo campo de comunicação as empresas podem fugir de um lugar comum em sua forma de falar com o público e até criar um ambiente colaborativo.

Netflix, Pontofrio, Itaú, Mc Donalds e Coca Cola foram protagonistas de um diálogo interessantíssimo, assim que um usuário citou três das marcas no twitter, mostraram muita criatividade para manter uma conversa produtiva na rede social em que promovem umas às outras.  

A assessória de imprensa do Twitter afirmou que o diálogo foi espontâneo, acompanhe como isso funcionou:



































Matéria publicada no Portal B2BMagazine